quinta-feira, julho 21, 2011

Decorar em tons de cinza e rosa

Cinza e rosa, quando o masculino se encontra com o feminino, para criar ambientes delicados e cheios de charme... Adoro esta combinação de cores!












Bom dia!

quarta-feira, julho 20, 2011

Frantuguês, a língua mais falada pelos portuguêses no Luxemburgo.



Aqui fica um exemplo, que dá vontade de rir. Mas a verdade, é que poucos são os portugueses no Luxemburgo, que falam um françês correcto.
Todos sabemos que o primeiro passo para a integração, é aprender a lingua do país. Mas infelizmente o português, comodista, vai aprendendo umas palavras em françês, e vai misturando com o português, numa salganhada, que não é português, nem françês.
Sem se aperceberem do rídiculo, que é tentarem manter uma conversação neste frantuguês. E digo-vos só há conta da muito boa vontade, de quem os ouve, se fazem entender!
Agora digam-me lá voçês, se os luxemburgueses, não têm razão, em dizerem, que vimos para cá e nem nos preocupamos em aprender a falar correctamente?
No Luxemburgo, falam-se 3 linguas, "aceites", o françês, o alemão e o Luxemburguês. Sendo que o como é óbvio, o Luxemburguês, é a língua oficial.
Mas se me conseguirem apontar um português imigrado, que fale luxemburguês, estão a mostrar-me algo fora de série!
Haja paciência e muitos dicionários/ tradutores, que não há quem ature estes portugueses, a falarem assim...

O filho :: Ou um amor infinito

Hoje deixo-vos esta parábola, que me fez vir as lágrimas aos olhos. Só tenho pena de não conhecer o autor. Porque o maior tesouro de um pai é o seu filho, e esse é um amor mais forte do que tudo e capaz de transpor  todas as barreiras...

Parábola: O Filho

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão por arte. Tinham de tudo em sua coleção, de Picasso à Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte. Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra e, muito valente, morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.

Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta. Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai do garoto: “O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.”
O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: “Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.”

O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura. “Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente.”

O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.

O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.

Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:

“Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?”

Um grande silêncio…

Então um grito do fundo da sala:
“Queremos ver as pinturas famosas! Esqueça-se desta!”

O leiloeiro insistiu: “Alguém oferece algo por essa pintura?? R$100? R$200?…”

Mais uma vez outra voz: “Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso… Vamos às ofertas de verdade.”

Mesmo assim o leiloeiro continuou…
“Quem leva O FILHO?”

Finalmente, uma voz: “Eu dou R$10 pela pintura.” Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.

“Temos R$10! Quem dá R$20?”, gritou o leiloeiro.

As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção.

Então o leiloeiro bateu o martelo: “Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10!”

“Agora vamos começar com a coleção!” gritou um.

O leiloeiro soltou seu martelo e disse: “Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final”.

“Mas, e as pinturas?“ – perguntaram os interessados.

“Eu sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas. O homem que comprou O FILHO, fica com tudo!“

terça-feira, julho 19, 2011

O jantar cá de casa :: Croquetes de feijão

Esta receita é do chef Silva, com quem basicamente aprendi a cozinhar.
A minha mãe era coleccionadora da TeleCulinária, e tinha uns livros feitos com as revistas, desde o número 1.
E eu adorava passar horas e horas a folhear os livros de receitas.
Acabei por encontrar estes croquetes, que são uma maravilha! Ficam tão saborosos que ninguém diz que são de feijão. Até o meu pai os adora e olhem que ele é esquesito na hora de comer...
Por isso provem, e venham dizer-me o que acharam.

Ingredientes:
1 frasco de feijão vermelho ou manteiga
1 alho
1 cebola pequena.
manteiga q.b para refogar
salsa
coentros
farinha de trigo (+/- 3 colheres de sopa)
sal
pimenta
ovo
pão ralado
óleo (para fritar)

Preparação:

Eu uso feijão já cozido, porque não tenho paciência para demolhar feijão e usar a panela de pressão, instrumento do qual tenho pavor!!
Por isso depois de cozido, reduz-se o feijão a puré.
Num tachinho refoga-se o alho e a cebola picadinhos e acrescenta-se o feijão. Baixar o lume, e juntar a salsa e os coentros picadinhos. Juntar a farinha e ir mexendo até soltar do fundo do tacho e ficar uma massa moldável.
Deixar arrefecer até poder ser trabalhada.
Moldar os croquetes e passar por ovo e pão ralado. Fritar em óleo bem quente até ficarem bem douradinhos.

Estes croquetes podem ser congelados. Dá sempre jeito ter qualquer coisa pronta a cozinhar quando não se tem tempo.

Bom Apetite!



Aqui fica a imagem da TeleCulinária da minha mãe, para os mais saudosistas.



Bjs

Quero mais...




De cada vez, que o T. avista um carrossel, é a loucura! Larga-nos logo a mao e desata a correr para andar com os "amigos", para o meu filho todas as crianças que vê sao amigos!
O problema nem é a primeira voltinha no carrossel, é que depois vem a 2° a 3° e por ai a fora, que ninguém o arranca de lá!
Eu sei que sou mazita, mas de cada vez que avisto um carrossel, na zona onde vamos passar, eu até arranjo forma de me desviar do caminho, porque eu ja sei que as voltinhas começam em brincadeira, mas que terminam em birra na certa!
Mas ao fim de semana, quase sempre tem sorte e é vê-lo todo contente, a "conduzir" os mais variados veiculos!
E com os vossos filhos, quais sao as coisas que os fazem delirar?
Bjs

E o culpado é...

Este queijinho Brie, que há 2 semanas  me anda a empestar o frigorífico e a cozinha! Mas não consigo desfazer-me dele, porque sabe tão bemmmmmm!

É optimo nas tostas, em sandes com presunto, ou com tomate cereja...

Só o descobri aqui no Lux, porque cheirava tão mal, que nunca me aproximei dele no supermercado. Mas como veio parar cá em casa, como oferta, lá experimentei. E digo-vos que é fantástico!

Mais uma coisa que cheira muito mal, mas que é muito bom!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...