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terça-feira, março 08, 2011

Eu vi! Eu vi um gatinho!


Vi esta coisinha linda, no pasto em frente á creche do T. Era super meiguinho.
Amanhã se o conseguir agarrar, trago-o comigo...sim sim!

quarta-feira, maio 20, 2009

O T. e a Nina

Quando fiquei grávida, acho que a Nina soube.
Quando estava quase a ter o T., tenho a certeza de que ela foi a primeira a saber. Lembro-me que andava muito, muito meiguinha comigo.
Quando voltei para casa com o T., a minha grande preocupação foi que ela se desse bem com ele.
Claro que nos primeiros dias estranhou, não se aproximava dele, e sempre que o ouvia chorar fugia a 7 pés.
Depois aos poucos, começou a cheirá-lo (tivemos sempre o cuidado de não os deixar sozinhos, não fosse o diabo tecê-las), até que começou a dar-lhe marradinhas, como quem pede festas. E agora não o larga nem por nada, onde ele está, a Nina está. Quando ele chora, ela mia e não sei de perto dele. E se ele chora e eu não dou por isso, ela vem ter comigo a miar.
Claro que também teve os seus ciumitos, e as suas chamadas de atenção.
Lembro-me que de início, ia dar com ela a dormir na cama dele, no carrinho, no ovinho...chegou mesmo a fazer xi-xi, nos bonecos dele. Mas demos-lhe sempre muito miminho, e agora é o que se vê!!!
Pois é, o meu filho, arranjou uma grande amiga...

quarta-feira, janeiro 21, 2009

A minha companheira Nina.

A Nina, é a nossa gatinha, uma amiga e uma grande companhia.

Veio para a nossa casa há quase 2 anos, com um mês. Nasceu na quinta dos meus pais e estava destinada a ser uma gatinha de quinta e crescer ao deus- d'ará, pois o meu pai não gosta de gatos e não os quer dentro de casa. A minha mãe no entanto, vai alimentando-os e eles lá vão surgindo.
O P. era precisamente da mesma ideia, estava habituado a cães e nem podia com gatos.
Mas esta amiguinha conseguiu conquistar-lhe o coração. Tudo porque apesar de ter um mês, era a mais enfesada dos irmãos, estava tão fraquinha que a cabeça parecia enorme e mal se tinha em pé. Fui eu que fui dar com ela e apesar de fraquinha motrou ser muito rabina e não se deixou apanhar fácil.
A gatinha coneguiu amolecer o coração do meu pai e do Pedro, mas como o meu pai disse que não se podia responsabilizar por ela, pedi ao Pedro para a levarmos para casa. Tanto pedi e pedi, que ele lá aceitou (acho que não estava á espera que ela durasse).
Era tão pequenina que veio para casa dentro de uma gaiola de hamster! Passou toda a noite quentinha enrolada em mantas e não quis comer.
No dia seguinte bebeu água e começou a comer, mas muito pouco.
O P. decidiu que se era para ficarmos com ela, então que tínhamos de nos responsabilizar a sério por ela. E nesse dia, depois do trabalho levou-a ao veterinário. Apanhou as primeiras vacinas e veio medicada para uma grande constipação e com vitaminas para se desenvolver.
A partir daí a gatita melhorou e cresceu saudável, sempre com muitos miminhos..
Era para se ter chamado Micha, como uma gatita que eu tivera. Mas para o P. ela era sempre a sua menina... e ficou Nina.
Agora que estou em casa, anda muito mais feliz, porque adora enroscar-se comigo no sofá. Não me larga e até quando vou á casa de banho ela vem atrás...lol.

Com 3 mesitos...

Ultimas fotos tiradas no fim de semana passado.
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