quinta-feira, junho 30, 2011

Dos que se foram mas continuam comigo.

E sempre foi assim, e julgo que sempre será...
Quando as coisas correm mal, quando me sinto triste, quando já não consigo encontrar força dentro de mim, e começo a pensar que o universo conspira contra mim. Lembro-me sempre deles. Daqueles que foram sempre fonte de amor e carinho, fonte de ensinamento. E é para eles que me viro. É com eles que choro, desabafo e que peço que me tragam um pouco de paz. E eles trazem. Trazem sempre, porque ao longo destes anos a memória do seu amor, conforta-me. E isso basta-me, para saber que ainda permanecem comigo. Sempre comigo...

Ao meu avó Manuel, de quem dizem que herdei os olhos grandes, os reflexos acobreados e as mãozinhas habilidosas.
Ao meu tio Zé, companheiro de muitas conversas e brincadeiras. Pelos teus conselhos, as tuas histórias de infância e os relatos de memórias do tempo em que a farda te ficava tão bem...
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